Bestas medievais

Um barco com rodas, alado, a voar na fantasia, dentro da noite... Nuvens da tristeza, Sem a lua, Sem a tua, Sem a minha presença... Senti arrepioAo ouvir o pioDo mocho da meia noite... Cruzes de madeira, Hora derradeira, pálida, triste,Tive medo...Embaixo o abismo,Em cima o paraíso,Gargalhadas de cinismo,Ressoa o canto angelical,O conflito do bem e do mal.Voam setas das bestas medievais,Talvez, dos Cavaleiros da Tabulado rei Artur.
Fadado ao alento da incompreensão Sigo um maldito otimista em meu coração
Por meu coração Rasgado medíocre isolado e vazio coração Feito uma vaca no cio, se apega Se mata se erra se ilude e se ferra! Expulsa o próprio sangue como se quisesse secar Sem perceber que assim é que me faz respirar... E sobreviver... e seguir... Maldito coração!Aguardo ansioso nossa separação.
Por meu coração Rasgado medíocre isolado e vazio coração Feito uma vaca no cio, se apega Se mata se erra se ilude e se ferra! Expulsa o próprio sangue como se quisesse secar Sem perceber que assim é que me faz respirar... E sobreviver... e seguir... Maldito coração!Aguardo ansioso nossa separação.
By Anjo da Guarda


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