Enterrado vivo

Tinha passado mal o dia todo. A ansiedade e o mal estar que tomaram conta daquele homem durante toda manhã; prolongaram-se pela tarde e vararam a noite.
.Foi deitar-se e bem de madrugada ouviu um ruído abafado e um peso enorme saltou sobre seu peito. Uma dor profunda o assaltou e sentiu-se carregado. Imediatamente, o pânico tomou conta de cada fibra do seu ser. Antes de desmaiar pensou: "Alguém invadira sua casa e ele estava sendo seqüestrado”.
.Quando acordou, não tinha noção de quanto tempo se passara. Estava num local abafado e mergulhado numa escuridão envolvente. Lembrou-se do pequeno isqueiro que mantinha no bolso de todos os seus ternos, camisas, pijamas e etc... Era uma velha mania que veio com o hábito de fumar compulsivamente.
.Tentou levar a mão ao bolso, mas algo o impedia. Sentiu os braços contidos por algo duro. De ambos os lados, estava cercado em um cubículo ínfimo. Com muita dificuldade, conseguiu espremer-se e alcançou o isqueiro. Ao acendê-lo ficou ainda mais desesperado...
.Estava em um caixão. Quem o seqüestrara colocara-o num esquife de madeira. Provavelmente, o enterrara em algum terreno baldio ou outra área abandonada. Como seria encontrado?.Sua mente vagava perdida; indo de horror a horror, numa velocidade cada vez maior. Seus olhos varriam enlouquecidamente toda a área abrangida pela pequena luz da chama do isqueiro..Procurava uma brecha, uma falha na madeira, algo que pudesse propiciar-lhe uma fuga. Mas, nada. Tudo estava bem fechado e não havia chance alguma de conseguir romper aquela prisão.
.Os dedos sangravam. As unhas, quebradas e algumas arrancadas pela luta contra a madeira nua, doíam insuportavelmente. Chorava em desespero. Numa última esperança; começou a gritar com todo o resto de forças que ainda tinha...
.Bem cedo, naquela mesma manhã, sua fiel governanta vai até seu quarto para acordá-lo. Afinal, o patrão acordava sempre com o raiar do dia. Mas, como já era bem tarde e ele ainda não havia se levantado, resolveu abrir a porta e entrar.
.Encontrou seu patrão virado na cama, com o rosto retorcido e inchado. Ao aproximar-se, percebeu que o pobre homem havia morrido durante o sono.
.Foi deitar-se e bem de madrugada ouviu um ruído abafado e um peso enorme saltou sobre seu peito. Uma dor profunda o assaltou e sentiu-se carregado. Imediatamente, o pânico tomou conta de cada fibra do seu ser. Antes de desmaiar pensou: "Alguém invadira sua casa e ele estava sendo seqüestrado”.
.Quando acordou, não tinha noção de quanto tempo se passara. Estava num local abafado e mergulhado numa escuridão envolvente. Lembrou-se do pequeno isqueiro que mantinha no bolso de todos os seus ternos, camisas, pijamas e etc... Era uma velha mania que veio com o hábito de fumar compulsivamente.
.Tentou levar a mão ao bolso, mas algo o impedia. Sentiu os braços contidos por algo duro. De ambos os lados, estava cercado em um cubículo ínfimo. Com muita dificuldade, conseguiu espremer-se e alcançou o isqueiro. Ao acendê-lo ficou ainda mais desesperado...
.Estava em um caixão. Quem o seqüestrara colocara-o num esquife de madeira. Provavelmente, o enterrara em algum terreno baldio ou outra área abandonada. Como seria encontrado?.Sua mente vagava perdida; indo de horror a horror, numa velocidade cada vez maior. Seus olhos varriam enlouquecidamente toda a área abrangida pela pequena luz da chama do isqueiro..Procurava uma brecha, uma falha na madeira, algo que pudesse propiciar-lhe uma fuga. Mas, nada. Tudo estava bem fechado e não havia chance alguma de conseguir romper aquela prisão.
.Os dedos sangravam. As unhas, quebradas e algumas arrancadas pela luta contra a madeira nua, doíam insuportavelmente. Chorava em desespero. Numa última esperança; começou a gritar com todo o resto de forças que ainda tinha...
.Bem cedo, naquela mesma manhã, sua fiel governanta vai até seu quarto para acordá-lo. Afinal, o patrão acordava sempre com o raiar do dia. Mas, como já era bem tarde e ele ainda não havia se levantado, resolveu abrir a porta e entrar.
.Encontrou seu patrão virado na cama, com o rosto retorcido e inchado. Ao aproximar-se, percebeu que o pobre homem havia morrido durante o sono.
By: Anjo da Guarda


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